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A dura reabilitação

Olá, leitores do Nossa Conversa. Quero começar a semana desejando uma excelente segunda-feira a todos vocês que nos visitam. Para hoje, preparei um tema muito sério e importante, que me veio a cabeça ao acompanhar uma reportagem exibida no programa vespertino da Record, Tudo a Ver.

A atração, na verdade, consiste em apresentar matérias já exibidas em outras oportunidades pela emissora. Resumindo: são verdadeiras reprises. Porém, para quem não teve a oportunidade de assistir na primeira vez, tem essa chance de acompanhar na atração que é apresentada por Tina Roma. Mas não estamos aqui para falar do programa, mas sim do conteúdo do material. A reportagem fala sobre a reabilitação de jovens infratores acima de 14 anos que são colocados em uma penitenciária especial. Diferente das para adultos.

Para se ter uma ideia, em diversos estados americanos, crianças que têm idade de 7 anos para cima já podem responder a processos e serem julgadas por seus atos. A rotina desses adolescentes na prisão não é nada fácil. Eles devem estar de pé às 5 da manhã e as atividades podem durar até 14 horas.

É como a própria reportagem fala: disciplina é a palavra de ordem para reabilitar esses jovens infratores que já cometeram crimes como homicídios, porte ilegal de armas e até tráfico de drogas. Embora rígido, e sem nenhuma moleza, o sistema mostra que pode servir para recuperar os adolescentes, porém, ao mesmo tempo, fico cheio de dúvidas, afinal muitos chegam a cometer suicídio por não aguentarem a pressão, fato que chega a dividir opiniões.

Os jovens detentos do vídeo vão ficar nessa prisão especial por quatro semanas. Se aprovados, passarão para uma segunda fase, mas não com método militar, mas uma fase em que eles vão escolher suas profissões através de cursos técnicos que lhes estarão disponíveis. A reabilitação de cada preso custa, em média, R$ 100 mil para o governo. Acredito que se o Brasil oferecesse essa reabilitação, com essas condições para o detentos, as prisões não seriam vistas pelos mesmos como um local de tortura, mas como um centro de reabilitação e ressocialização, pelo menos era assim que deveria ser.

Acompanhe a matéria completa no vídeo abaixo.

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